O Instituto Trevo e a Sua Missão: Transformar Vidas

A pouco mais de dois meses de realizar os Jogos Olímpicos, o Rio de Janeiro conta com uma instituição incentivadora e que é um exemplo  de como preencher todas as lacunas do esporte, contribuindo não só na preparação e no apoio de atletas, mas também no desenvolvimento humano. E tudo começou em 2009, ano em que a cidade foi escolhida para sediar as Olimpíadas de 2016. Da comunidade Mata Machado ao The Royal Ballet de Londres, a bailarina Mayara Magri viveu momentos de incertezas, surpresas, alegrias e realizações. Depois de decidir, aos oito anos, que a dança seria sua profissão e entrar no projeto social para crianças carentes Dançar a Vida, Mayara teve seu talento reconhecido pelo Instituto Trevo, que teve um papel fundamental para ajudá-la a escrever seu conto de fadas.

O apoio veio através do Fundo de Talentos desenvolvido pelo Instituto Trevo. Mayara se consagrou no GP de Lausanne, na Suíça, em 2011, ganhou uma bolsa de estudos na conceituada The Royal Ballet School de Londres, e em 2012 venceu o GP de Nova York. Desde estão, passou a integrar a maior companhia de balé do mundo, a The Royal Ballet de Londres.

Após três anos de apoio, a bailarina segue o seu próprio caminho e a Trevo tem o orgulho de ter colaborado para o impulso da sua carreira. Mayara tornou-se inspiração para muitas meninas e consciente de seu papel na sociedade, ela quer retornar um dia ao Brasil para ajudar uma outra criança a realizar os seus sonhos. A lição da bailarina é a proposta da Trevo: transformar vidas.

Desde 2009, quando foi criado, o Instituto Trevo investe em projetos de educação, esporte e negócios transformadores no Rio de Janeiro. O ponto de partida foi a criação de programas pontuais de conscientização no combate à dengue.

Em 2011, o Instituto Trevo iniciou uma parceria com o Ginásio Experimental Olímpico (GEO). Trata-se de escolas em tempo integral da rede municipal vocacionadas para o esporte com a finalidade de formar não só o aluno, mas também o atleta e o cidadão. Um modelo inédito no Brasil criado pela Secretaria Municipal de Educação e no qual os alunos que têm aptidão para as modalidades esportivas recebem incentivos e estrutura para desenvolverem suas habilidades. Atualmente, são três unidades: GEO Félix Mieli Venerando, no Caju; GEO Juan Antonio Samaranch, em Santa Teresa; e GEO Dr. Sócrates, em Pedra de Guaratiba. Atualmente, sete ex-alunos do GEO contam com o apoio da Trevo, inclusive, já com títulos estaduais e brasileiros.

A Trevo abriu o primeiro processo de seleção de jovens talentos em 2013 e começou a apoiar três promessas do atletismo. Em 2015 foi criada uma nova marca, a Trevo Esportes, um dos pilares do Instituto, e que tem como objetivo proporcionar aos jovens talentos a possibilidade de desenvolver todo seu potencial e a concretizar seus sonhos na carreira por meio do acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, com psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas e médicos esportivos, e também todo o apoio logístico em viagens, além de suplementação e cesta básica. A missão do programa é formar atletas de alto rendimento no contexto do esporte brasileiro.

Concomitantemente foi desenvolvido o programa T.I.M.E – Transformação, Inovação, Motivação e Excelência. A missão é formar não só atletas, mas também líderes inspiradores na sociedade e ajudar a transformar vidas.  A Trevo acredita no ser humano que transcende o atleta.

Em 2015, a Trevo Esportes recebeu cerca de 150 currículos e passou a trabalhar com atletas de alto rendimento (olímpicos e paralímpicos). O processo de seleção é feito em dois níveis. No primeiro, o currículo e resultados são analisados, assim como seu trabalho e metas na temporada. No segundo, observa-se o lado comportamental para que, futuramente, se torne referência para os novos talentos. 

Atualmente, a Trevo Esportes oferece o suporte a 18 atletas. Todos selecionados pelo seu próprio talento, com a proposta e a missão de transformar vidas. Entre eles, Aline Silva, da luta olímpica, já classificada para os Jogos Rio 2016, e os paralímpicos Felipe Gomes, medalha de ouro nos 200m e bronze nos 100m nas Paralímpiadas de Londres 2012, Jhulia Gomes, bronze nos 100m em Londres e no Mundial de Doha (2015) e Diogo Ualisson, ouro no revezamento 4x100m, com recorde das Américas, no Parapan de Toronto, em 2015, e prata nos 200m. Os três têm grandes chances de classificação para as Paralímpiadas do Rio.

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