Espetáculo “Emilinha”- Teatro Maison du France- Até 31 de Agosto

Prezados,

na última quinta feira, 17 de agosto de 2017, fui assistir a um musical chamado “Emilinha”, com a GRANDE ATRIZ Stella Maria Rodrigues.

Stella Rodrigues - Emilinha- agosto 2017

Irei dar a minha humilde opinião primeiramente sobre a atriz e depois sobre o espetáculo “Emilinha” , frisando que, NÃO SOU CRÍTICA DE ARTE. Apenas sou uma leiga jornalista e que comete exageros e falhas.

Em junho último, uma amiga me chamou para assistir a um monólogo chamado “Solteira, Casada, Viúva, Divorciada”, até então uma atriz desconhecida. Fui assistir a peça no “escuro” e com uma ÚNICA INFORMAÇÃO: É COMÉDIA.

Ao começar a peça e na minha primeira gargalhada espontânea senti que a peça e a atriz seriam maravilhosas. E foi. Abro um parêntese aqui: É muito difícil fazer arte e cultura num Brasil aonde há muitas carências e necessidades básicas como saúde e escola na sua base.  E o teatro é uma dessas artes, que se,  o autor e o diretor não tiverem uma “mão” sobre o tema a ser exposto, a peça NÃO FLUI.

Eu gostei do tema. Bem atual por sinal. Mas, o que me chamou a atenção foi a segurança e o “segurar À pemba” que um MONÓLOGO deve conter. E esta competência, a Stella soube “tocar de prima para a esquerda, matando a pelota no peito e mirando para o gol” com maestria.

stella rodrigues-emilinha2

Após 2 meses e a promessa à atriz de que voltaria para assistir à peça Emilinha(tema este, voltado para a cantora GRANDE Emilinha Borba, que morreu em 2005, deixando milhares de fãs órfãos e um fã clube maravilhoso tocado por Mário Marinho), lá fui assistir numa quinta-feira, embora chuvosa, entretanto, muito prazerosa.

O legado de Emilinha (Borba),- incluem-se à emissora radiofônica forte, que foi a Rádio Nacional; a rivalidade com a cantora Marlene, que parecia um verdadeiro Flamengo x Fluminense, no imenso auditório localizado na Praça Mauá número 7- Cobertura, nas décadas de 1940 e 1950, chamado por muitos especialistas como a ERA DO OURO DO RÁDIO.

Sobre a “Emilinha” de Stella Maria Rodrigues e” O César de Alencar e o Luiz Gonzaga”, de Fabrício Lago Nigri e a direção de Sueli Guerra, foi a pitada exata na emoção. Emoção esta que, como estava só, tive que consolar a uma senhora que estava muito chorosa e saudosa na plateia, soluçando na plateia, o reviver, no palco, a própria Emilinha Borba.

Uma curiosidade: O ciclo a ser encerrado, 31 de agosto, seria o aniversário da própria cantora Emilinha Borba.

O espetáculo ficará em cartaz até o dia 31 de  agosto de 2017, às quartas e quintas-feiras, a partir das 19 horas, no teatro Maison du France, na Avenida Antônio Carlos, número 58(Centro do Rio de Janeiro).

O preço do espetáculo está a R$60. A meia- entrada custa R$30.

 

1952: Trecho Pelos 15 anos de Ari Barroso na Rádio Tupi

Prezados,

é com MUITO PRAZER E HONRA que apresento um trecho histórico da radiofonia esportiva brasileira, cedido por 2 grandes meus amigos: Paulo Francisco e Marco Aurélio de Carvalho.

Em 1952, o radialista Ari Barroso fez 15 anos na empresa Rádio Tupi. E, em conseqüência e reconhecimento, a emissora armou no seu imenso auditório, à época, um “bruta” especial, ao eterno “Speaker da Gaitinha”.

Este registro têm vozes de muitas pessoas queridas e que abrilhantaram os microfones pelo Brasil. Como este blog foca na historicidade do rádio esportivo, este registro em si, tem a voz marcante de Antônio Cordeiro e uma “palhinha” do cantor Cyro Monteiro.

Um abraço,

Isabela Guedes

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Lançamento do Livro sobre “Sandro Moreyra- Um Autor à Procura de um Personagem”- 22 de Agosto de 2017- Por: Paulo Cezar Guimarães

Na próxima terça-feira, 22 de agosto de 2017, a partir das 19 horas, o professor universitário da Facha e biógrafo, Paulo Cézar Guimarães, lançará no salão nobre do Botafogo(Mourisco),o lançamento do jornalista da crônica esportiva e botafoguense, Sandro Moreira, pela Gryphus Editora.

Aqui abaixo, você lerá o release enviado para a imprensa.

Um abraço,

Isabela Guedes

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“A editora Gisela Zincone, da Gryphus Editora, só pôde dizer sim para a proposta da jornalista Sandra Moreyra: publicar o primeiro livro biográfico sobre seu pai, o famoso jornalista esportivo Sandro Moreyra (1918-1987). A ideia partiu do jornalista e escritor Paulo Cézar Guimarães, o PC, que conseguiu convencer as duas a levarem adiante seu projeto.

Como o mais aplicado dos repórteres, o autor ouviu mais de 100 pessoas que conviveram com Sandro. Mergulhou de cabeça na vida do biografado, leu dezenas de livros, pesquisou periódicos, sites, blog, assistiu filmes e visitou acervos públicos e pessoais. Foram conversas com parentes, jornalistas, jo­gadores, técnicos, juízes de Direito e árbitros de futebol.

Entre os entrevistados, Zico, Júnior, Agnaldo Timóteo, Antônio Maria Filho, Arnaldo Cézar Coelho, Elza Soares, Carlos Alberto Torres, Galvão Bueno, João Máximo, José Carlos Araújo, Juca Kfouri, Sérgio Cabral (pai), Ancelmo Gois, além das duas filhas (Sandra e Eugênia) e outros parentes próximos.

“Resgatar Sandro Moreyra, cuja coluna no Jornal do Brasil era daquelas que faziam muita gente ler o jornal de trás para a frente, deu-me a oportunidade de conversar com pessoas engraçadíssimas e irreverentes ao estilo do próprio colunista. A geração dele era de uma época romântica em que se exercia o jornalismo com paixão e prazer”, comenta o autor, que reuniu um memorável caderno de fotos.

Um time forte acompanhou PC na produção do livro: Ique assina a caricatura da capa, João Máximo o texto da orelha e Carlos Eduardo Novaes, o prefácio.  Já Sandra Moreyra, responsável pelo texto da quarta capa, manteve encontros com PC por mais de um ano e cedeu fotos, recortes de jornais, cartas e postais.

“Passamos cerca de um mês sem trocar mensagens. No início de outubro ela enviou o e-mail: ´PC, fiz exames e vou ter que passar por nova quimioterapia. Antes que eu fique derrubada e preguiçosa para escrever, vai aí o texto da contracapa. Espero que goste. Dessa vez, porém, foi traída pela maldita doença que enfrentou durante sete anos. Foi embora encontrar com o pai no dia 10 de novembro de 2015”, relembra o biógrafo.

 

Filho de Eugênia e Álvaro Moreyra, duas grandes figuras da cultura bra­sileira na primeira metade do século, Sandro era craque com as palavras. Trabalhou por mais de 30 anos na redação do Jornal do Brasil, onde assinou a coluna Bola dividida. “Mais que um livro sobre futebol, a publicação fala sobre os pais de Sandro, da relação dele com a política, com o jornalismo, com a Mangueira, com as filhas, com os amigos e com as três esposas que teve, Milu, Lea e Marta”, comenta Gisela Zincone.

Conhecido pelo bom-humor e pelo bronzeado permanente, era na Praia de Ipanema que Sandro batia ponto antes de ir para a redação do JB. Chegava ao trabalho no fim da tarde, sempre depois de um mergulho com os parceiros João Saldanha, Carlinhos Niemeyer, Fernando Calazans, Heleno de Freitas e Sérgio Porto.  Em sua coluna, sempre abastecia os leitores com notícias fresquinhas do futebol, sobretudo do Botafogo, seu time do coração.

O livro lembra que mais de 500 pessoas, entre jornalistas, escritores, políticos, artistas, diri­gentes de clubes, autoridades e fãs foram para a despedida de Sandro naquele 29 de agosto de 1987. Como reforça o locutor José Carlos Araújo, que cobriu o Botafogo como repórter, “Sandro era daqueles que contava piadas até em velórios”. E no seu não poderia ser diferente. A forma­lidade e todos os rituais foram mandados para escanteio. O caixão foi coberto com as bandeiras do Botafogo, do PDT (Partido Democrático Trabalhista) e da Mangueira; e com um adesivo “Diretas Já. Brizola presidente”.

O “adeus ao jornalista”, publicado em três páginas, foi destaque na capa do Jornal do Brasil, com uma foto que mostrou em primeiro plano o líder comu­nista Luiz Carlos Prestes carregando o caixão. O Globo publicou: “Sandro Moreyra é enterrado: o Rio perde um repórter bem-humorado”. Além de citar a presença de ex-jogadores como Zizinho e Ademir Menezes, o jornal destacou que “Sandro foi fiel a seus dois amores: o Botafogo e a Mangueira, cujas bandeiras cobriram o caixão”.”

SERVIÇO:

Sobre o livro

Título: Sandro Moreya – Um autor à procura de um personagem

Autor: Paulo Cezar Guimarães

 

Ano de edição: 2017

Preço de capa: R$ 49,90

Lançamento:

Data: 22 de agosto

Hora: 19h

Local: Sede do Botafogo (Avenida Venceslau Brás, 72 – Botafogo)

Telefone: (21) 2546-1988